Circuito d' Artes

Música

Cocktail Club

Cocktail Club é um projecto musical constituído por cinco musicos profissionais que abordam um repertório direccionado para a animação de eventos.

Tocam música de vários estilos diferentes: Tcha, tcha, tcha; Rhumba; Bossa Nova; Tangos; Valsas; Disco Sound; Marchas Brasileiras; Marchas populares portuguesas; Samba; Merengue; Salsa, entre outros.

Formação:

Victor Mesquita_Voz
Fernando Rodrigues_Piano e Synth
Michel Marques_Bateria
Albano Fonseca_Baixo
José Martinho_Guitarras

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Quinteto FunkyClub

FunkyClub está vocacionado para concertos ao ar livre e também em recinto fechado. Será uma excelente animação nas feiras de artesanato, do livro, festas de verão, cafés concertos, etc.

Tocam música desde o Funky dos anos 80 até à música Pop mais actual. Todos os temas são abordados de uma forma jazzistica e arranjados de forma surpreendente.

Victor Mesquita – Voz

Fernando Rodrigues – Piano e Synth

José Martinho – Guitarra

Albano Fonseca – Baixo

Michel Marques – Bateria

Influências: Sting, Seal, Jamie Cullum, Jamiroquai, Sade Adu, Norah Jones, Joss Stone, Diana Ross, Jackson Five, Marvin Gaye, Stevie Wonder, Rick James, John Mayer entre outros.

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Trio Jazz

O Trio Jazz é direccionado para o público que gosta essencialmente de música de qualidade. Irá desfrutar de um tranquilo jantar ao som dos standards de Jazz.

Formação:
Piano
Baixo ou Contrabaixo
Bateria

Esta formação poderá ser alterada conforme o seu gosto. Poderá ser também Jazz Vocal.

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Trilogia

Três estudantes de música,em Outubro de 2009, tomaram a decisão de juntarem os seus timbres e formarem um grupo musical – Trilogia.

São três passados, três presentes mas apenas um futuro… o futuro de querer explorar vários géneros, nunca limitados a espartilhos musicais estritos, e tocar… tocar, cantar, mas especialmente emocionar e deixar que o mundo musical possua um local, um momento e cada um que a ouve…

Ana Margarida Costa (soprano), Ricardo Caló (piano), Sara Araújo (clarinete), aliaram os seus conhecimentos e gostos musicais para proporcionarem fracções temporais que passam pelo clássico, fado, jazz, pop, entre outros.

Orquestra Ritmos Ligeiros – Associação Cultural da Trofa

Em Abril de 2007,  um grupo de músicos junta-se com o intuito de abraçarem um novo projecto. Pouco tempo depois, essa união dá os seus frutos e, em 13 de Julho de 2007, é criada a Orquestra Ritmos Ligeiros (ORL) – Associação Cultural da Trofa.

Sob a direcção artística de Vitor Sousa, e com uma direcção muito dinâmica, esta orquestra, apesar de muito jovem, com a sua qualidade artística, consegue abrir portas além fronteiras, tendo já actuado em Espanha, de onde tem recebido os maiores elogios por parte do público e sendo prendada inclusive com gravações em DVD das suas próprias actuações, contribuindo assim para a divulgação da boa música que já se pratica no nosso país.

É composta por cerca de 28 instrumentistas distribuídos por Flauta, Clarinetes, Saxofones, Trompetes, Trompas, Trombones, Tuba, Guitarras e Percussão.

Actua nos mais diversos palcos, principalmente em Portugal e Espanha, assegurando a animação musical em eventos principalmente organizados por Câmaras Municipais, Juntas de Freguesia, Escolas, IPSS’s, Associações Comerciais e Industriais, entre outras. Participa também com alguma regularidade em Encontros de Orquestras Ligeiras.

Coopera com associações de carácter social em campanhas de sensibilização, tais como a Liga Portuguesa de Luta Contra o Cancro. Tem colaborado também com Instituições Educativas na dinamização de actividades de Expressão Musical para crianças, das quais fazem parte a realização de concertos Pedagógicos para crianças de diferentes idades.

Nas suas interpretações transparece a alegria, o optimismo e o prazer de viver, procurando sempre a empatia com o público.

Ver Vídeo

La Belle Époque – Orquestra Ligeira

A Orquestra “La Belle Époque” nasceu no início da década de 90 do século passado, no seio da Banda Marcial da Foz do Douro, sendo um caso pioneiro no mundo filarmónico, tendo como director artístico o conceituado maestro e compositor Afonso Alves.

Apresentou-se em locais tão distintos como hotéis, o Palácio da Bolsa (Porto), Museu do Carro Eléctrico (Porto), tendo actuado perante inúmeras personalidades nacionais e estrangeiras.

Depois de vários anos de intenso trabalho de projecção e divulgação da música ligeira, em finais da mesma década, a Orquestra é extinta.

Em Abril de 2009, um grupo de músicos da Banda Marcial da Foz, decide levar para a frente o projecto de criação uma Orquestra que se dedicasse exclusivamente à interpretação de música ligeira, tendo como permissa a participação dos alunos da Escola de Música da Instituição. Esse projecto foi apresentado à Direcção da Banda que acolheu prontamente a ideia, dando de imediato todo o apoio logístico necessário ao seu arranque.

Pela sua experiência enquanto músico e maestro de outros projectos ligados à música ligeira e à formação de jovens músicos, é convidado, para a Direcção Artística da Orquestra, António Pinheiro.

Para além de elementos da Banda Marcial da Foz, a “La Belle Époque” conta com a colaboração de músicos de outras proveniências, geográficas e musicais, que, por afinidade com outros elementos da orquestra e com os objectivos a que esta se propõe, abraçaram com todo o entusiasmo este projecto, conferindo um carácter de maior ecletismo a esta formação.

Na data do primeiro ensaio submeteram-se a votação vários nomes para a Orquestra, tendo sido escolhido, por larga maioria, manter a ligação ao passado, ficando decidido que o nome seria “La Belle Époque”.

Desde o inicio do mês de Maio do corrente ano que a Orquestra ensaia quinzenalmente nas instalações da Banda Marcial da Foz do Douro – Filarmónica do Porto. A apresentação oficial da “La Belle Époque” ocorreu no passado dia 3 de Julho, no Auditório da Escola Dramática e Musical de Milheirós – Maia.

Grupo Coral Vozes de Esperança

Em 2004, por diversos motivos, o grupo coral de Crestuma, sob a direcção de António Pinheiro, adopta uma nova designação – “Grupo Coral Vozes de Esperança” – e leva a efeito uma intensa campanha para angariar novos membros. A campanha tem o efeito pretendido e é nesta altura que a consolidação das V.E. enquanto instituição paroquial é realizada.
A dinâmica do Grupo Coral Vozes de Crestuma é tal que alguns fiéis mudam de missa habitual só para o ouvirem. O seu reportório actual baseia-se em espirituais negros, melodias populares entre os movimentos cristãos juvenis, e em cânticos da autoria dos compositores Cónego Ferreira dos Santos (o mais importante compositor litúrgico português), Pe. Rocha Monteiro e António Ferreira, entre outros, seguindo como modelo inspirador as edições discográficas “Comunidade de Vida” dos Salesianos.
Participou no Encontro de Coros da Associação Nossa Senhora da Esperança (Sandim, 2007), no Concerto de Reis da Capela de Nossa Senhora da Ponte (Rio Tinto, 2007) e no Encontro de Coros de S. Pedro da Cova (2008).
Entre as suas produções próprias contam-se: “Sperare – Oratória Musical de Advento” (2005); “Terço Missionário” (2006, em parceria com o grupo Símbolos de Deus); “Sperare 2.0 – Oratória Musical Mariana” (2006); “Canto Gospel Session” (2007, em parceria com o Canto D’Areia Bar);  “Gospel Session 2” (2007, Indycat Piano Bar); “Encontro de Coros – Crestuma 2008” (em parceria com a Junta de Freguesia de Crestuma); “Gospel Session 3” (2008, em parceria com o Grupo Coral Medas/Vila Cova); “Concerto de Ano Novo” (2008, em parceria com a Junta de Freguesia de Crestuma).
O ano de 2008 terminou com um grandioso concerto de ano novo, com a participação de 9 músicos convidados, tendo o mesmo sido gravado em CD.
Já em 2009, participou no Concerto de Reis (promovido pela Junta de Freguesia de Crestuma), na “Tarde Gospel” do Indycat Piano Bar, juntamente com mais dois grupos corais e organizou, com grande sucesso, o “Encontro de Coros Crestuma 2009″, tendo este evento sido alvo de rasgados elogios por parte de coralistas, maestros, convidados, autarcas e público presentes.
Recentemente, o grupo foi convidado pela Conferência de S. Vicente de Paulo para a animação litúrgica de uma Eucaristia na Casa Ozanan (S. João de Ver).

Quinteto Vivace

Quinteto Vivace é um projecto recente que foi pensado e executado por um grupo de cinco amigos que todos deram os primeiros passos musicais na escola de música da Banda Marcial de Gueifães – Maia, para fugir um pouco a regra das bandas civis e orquestras, mas como também pelo gosto de tocar música, uma virtude que desde cedo descobriram que tinham.
Apresentaram-se pela primeira vez em palco no auditório da ESEP (Escola Superior de Enfermagem do Porto), no âmbito da festa de Natal. Desde então outros concertos surgiram tanto em ambientes de lazer como mais formais, nos quais abrangem um repertório desde a música clássica aos blues.
Convidados pela Santa Casa da Misericórdia da Maia actuaram no Festival da Primavera realizado no auditório da Junta de Freguesia de Vermoim.
Recentemente actuaram na discoteca Volt Club, na zona industrial do porto, na festa Diamonds are Forever. A convite da Escola Superior de Enfermagem do Porto, actuaram no primeiro e no segundo Sarau organizado pela faculdade.
Actuam com alguma frequência no Mcqueen Bar na Maia, pelo qual são patrocinados. Desde que iniciaram este projecto têm actuado na zona do Porto, mas recentemente já surgiram outros concertos para outros distritos, nomeadamente para o centro do país, Trás-os-Montes e já com planos para o estrangeiro a convite da Fundação Aristides Sousa Mendes, estando assim, preparados para novos concertos em qualquer tipo de evento.
Apresentaram-se no grande auditório do Fórum da Maia a convite da organização do grupo de jovens de Vemoim e no Auditório Municipal de Freixo de Espada à Cinta a convite da Câmara Municipal do mesmo.
Na sua terra actuaram na Cripta da Igreja de Gueifães a convite da comissão de festas da Festividades em Honra de Nossa Senhora da Saúde, em 2009.
O quinteto Vivace é patrocinado pelo Bar McQueen, Café Pinguim, e têm o apoio da Banda Marcial de Gueifães e do Jornal MaiaHoje.

Carnyx Brass Quintet

Fundado em 2009, Carnyx Brass Quintet é composto por cinco músicos de Portugal. A apresentação do quinteto deu-se em Março de 2009, na segunda estreia mundial da obra “Cool Brass Five” do compositor Ferrer Ferran, com acompanhamento da Banda Sinfónica Portuguesa na Casa da Música.

Este quinteto dedica-se à apresentação artística excepcional e a incentivar a apreciação da arte mundial de Música de Câmara nos metais através de performances ao vivo, na educação, e a criação de novas obras.

O quinteto está empenhado em expandir o repertório para esta formação, na colocação de obras de John Cheetham, Jan Bach e Jim self, bem como obras de compositores nacionais como Vitorino D´ Almeida ou Carlos Azevedo, e trabalhar com jovens artistas e compositores emergentes através de Master-classe e apresentação das suas obras.

Elementos:

Helder FernandesTrompete

Telmo Barbosa - Trompete

Helder ValesTrompa

Ricardo PereiraTrombone

Luis OliveiraTuba

Quinteto de Metais Monumentais Ensemble

O Monumentais Ensemble foi criado no ano de 2000 por jovens professores da Academia de Música de Castelo de Paiva. O seu nome, conjugado com a constituição física dos seus instrumentos, pretende enaltecer os grandes monumentos sonoros que se criaram ao longo dos tempos para esta formação instrumental.

Apresenta-se na formação de quinteto ou integrando por vezes instrumentos de percussão na sua constituição, colaborando com coros ou ainda no acompanhamento de obras para órgãos de tubos.

Manuel NunesTrompete

Sérgio CarvalhoTrompete

J. Vidal SantosTrompa

Fernando AlvesTrombone

Joaquim FerreiraTuba

Com a finalidade de preencher os mais diversos requisitos dos ambientes formais ou informais, o seu repertório abrange temas desde os ligeiros da música clássica às melodias favoritas da Broadway e da música “Dixie”.

Desde a sua formação, o Monumentais Ensemble tem realizado vários concertos: actuações em escolas, recitais formais, inaugurações de Órgãos em Igrejas, etc. O seu programa flexível e equilibrado ajusta-se a qualquer ocasião.

Repertório Clássico, Repertório Ligeiro, Broadway e Dixie.

Latem Quintet

O Latem Quintet é um projecto que envolve cinco amigos apaixonados pela música, que levam a formação do quinteto de metais a diversos lugares como salas de concerto, salões, restaurantes, hotéis, festas etc…

Tendo um grande reportório, consegue variar conforme o pedido e a ocasião. Este quinteto é formado por João Ferreira e Nuno Tiago nas trompetes, Mickael Faustino na trompa, Jaime Pascoal no trombone e Paulo Gomes na tuba.

Este grupo estreou-se no dia 26 de Dezembro na Casa Museu João Soares – Fundação Calouste Gulbenkian, tendo feito vários concertos desde essa altura.

Sérgio Bastos (piano)

Licenciado pela Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo (ESMAE), no instrumento de piano, variante Jazz.. Actualmente lecciona Piano nas seguintes escolas e academias: Artâmega – Academia das Artes do Marco de Canaveses, Jahas – Roland Music Academy do Porto e Colégio do Rosário.
Estudou na Escola de Jazz do Hot Club de Portugal, 2001 a 2004, no Conservatório Regional de Tomar, 1991 a 1998, e no Conservatório Nacional de Lisboa, 1998 a 2001, e frequentou ainda variados workshops com nomes do jazz como Mark Turner, Aaron Goldberg, Jason Lindner, Omer Avital, Bill McHenry, Don Byron, David Friesen, James Carter.
Em 2002 participa no estágio da Orquestra Nacional de Sopros dos Templários para jovens músicos, como pianista convidado, que se realizou em Tomar.
Entre 1998 e 2000 trabalhou no teatro A Barraca, em Lisboa, onde teve alguma experiência a ensaiar e acompanhar actores ao piano e performances ao vivo. É membro de vários projectos musicais em diversas áreas desde o jazz à
improvisação com participações em variadas salas de espectáculo nacionais (Teatro Angrense, Auditório de Serralves, Casa da Música, Centro Cultural Vila Flor, Cine Teatro de Tomar, Teatro S. Luis, Teatro da Trindade, CAEPortalegre, Teatro José Lúcio da Silva (Leiria), Festival de Jazz de Guimarães, Festival de Jazz de Valado dos Frades, Festival de Jazz de Tomar, entre outros…).
No ano de 2009 participou, com composições e gravações com a harpista Eleonor Picas, no documentário “Paredes Meias”.

Cândida Oliveira (clarinete)

Nasceu em Paços de Ferreira, Portugal, em 1983.

Em 1995 iniciou os seus estudos em Clarinete, na Escola Profissional Artística do Vale do Ave – ARTAVE, com o Professor Adam Wierzba e José Ricardo Freitas, terminando o Curso com classificação máxima.

Ingressa em 2001 na ESMAE (Escola Superior de Música do Porto) na classe do Prof. António Saiote, onde conclui o IV ano de Licenciatura.

É detentora de vários prémios a nível Nacional e Internacional:

  • 2000 – 3º Prémio, nível médio no concurso Prémio Jovens Músicos (não foi atribuído 1º nem 2º prémio) e 3º prémio em música de câmara (não foi atribuído 1º nem 2º prémio),
  • 2002 – 3º Prémio, nível Superior individual no Concurso Jovens Músicos.
  • 3º Prémio, nível médio, no III Concurso Nacional para Jovens Clarinetistas (não foi atribuído 1º prémio).
  • Semi-finalista no Concurso Internacional de Clarinete em Dos Hermanas, Sevilha.
  • 2003 – 1º Prémio no I Concurso Internacional de Clarinete da Vila de Montroy – Valência.
  • 2004 – Semi-finalista no Concurso Internacional Madeiramusic.
  • 2005 – Colocada na lista de reserva da Orquestra de Jovens da União Europeia.
  • 1º Prémio no Concurso Internacional ICA no Japão.
  • 1ºPrémio Jovens Músicos, modalidade Clarinete, nível Superior.
  • 2006 – Recebeu o prémio Fundação Eng. António de Almeida, de melhor aluna de curso.

Participou em vários cursos de aperfeiçoamento e Master-class com os professores: Nuno Pinto, António Saiote, Francisco Ribeiro, Joaquim Ribeiro, Luís Silva, Michel Arrignon, Phillipe Cuper, Alain Damien, Phillipe Beroud, Enrique Pérez  entre outros…

Faz regularmente programa de Música de Câmara: com Piano, Trio (clarinete, fagote e piano), entre outros, com os quais realiza vários concertos nos mais importantes Festivais de Música Nacionais e Internacionais, onde se destaca o Festival de Música da Póvoa de Varzim, Casa da Música, III Encontro Internacional de clarinetistas – Madrid. O seu mais recente projecto nesta área é Clarinete e Percussão, com o Percussionista Bruno Costa.

Em Orquestra, trabalhou já com vários maestros de renome como: Ernst Schelle, Manuel Ivo Cruz, António Saiote, Christophe Millet, Dominique Sourisse, Roberto Tibiriça, Paulo Silva, Kevin Wauldron, Cesário Costa, Peter Bergamin, Andre Piérre Valade, Jan Cover, entre outros…

Tocou a Solo com várias Orquestras, tal como Orquestra de cordas da Rússia, Orquestra Gulbenkian, e Orquestra do Algarve. É reforço no Remix Ensemble, Orquestra de Jovens Remix, Orquestra das Beiras, Orquestra Nacional do Porto e Orquestra de Câmara Portuguesa.

É membro da Orquestra Invicta “All Stars” (Orquestra de Clarinetes). Foi membro fundador do quarteto Vintage (quarteto de clarinetes), com o qual realizou vários concertos no país, assim como teve oportunidade de se apresentar no Congresso Internacional de Clarinetes ICA no Japão.

Tem orientado Cursos de Aperfeiçoamento em Portugal e Espanha.

Lecciona na Escola Profissional de Artes de Mirandela,  na Academia de Música de Costa Cabral e no Instituto Piaget de Mirandela.

Desde 2005 que é Artista Yamaha.

Vânia Bajão (violino)

Nasceu em 1991 e é natural da Trofa. Iniciou os seus estudos musicais de violino quando ingressou na ARTAVE em 2003, na classe do professor Rómulo Assis. Em 2004 continuou os seus estudos musicais com a professora Raquel Costa. Concluiu o Curso Básico com média de 16 valores.

Trabalhou com os maestros Jaroslav Mikus, Luís Machado, António Sérgio Ferreira, Emílio de César, Cesário Costa e Ernest Schelle. Actualmente trabalha com António Saiote.

Frequentou o 2º estágio da Orquestra Sinfónica Piaget – Mirandela, sob direcção do maestro Christopher Bochmann e participou no 7º, 8º e 9º Estágios da Orquestra APROARTE.

Frequentou Cursos de Técnica e Aperfeiçoamento Instrumental com os professores Boris Kuniev, Yossi Zivoni, Radu Ungureanu e Alexei Mijlin.

Em Música de Câmara estudou com os professores Luís Machado, António Ferreira e Raquel Costa. Presentemente estuda com o professor Jaime Mota.

Finalizou o Curso Instrumentista de Cordas e de Tecla com média de 17 valores.

Actualmente estuda na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo com o professor Radu Ungureanu.

Ana Margarida Costa (soprano)


Margarida Costa nasce a 5 de Fevereiro de 1989 no Porto, e inicia os seus estudos musicais aos 5 anos de idade, na Academia de Música de Costa Cabral, na classe de piano, escola onde permaneceria até concluir o curso complementar.

Enquanto pianista é orientada por vários professores, como Cristóvão Luiz, Sónia Amaral e Marina Pacheco. É nesta mesma escola que começa a estudar Canto aos 15 anos de idade, com a professora Patrícia Silva, onde finaliza o curso com média de 18 valores.

Em 2007, ingressa na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto no curso de Canto, com 18 valores nas provas de acesso, onde é actualmente orientada pelo professor José Oliveira Lopes.

Durante o seu percurso musical tem trabalhado com diversos professores, nomeadamente: Rui Taveira, António Saiote, António Durães, Jaime Mota, Fausto Neves, Bárbara Francke, Sofia Lourenço, Ana Paula Russo, entre outros.

No campo da Ópera, desempenhou o papel de Mãe na ópera Hänsel und Gretel (Casinha de Chocolate), de Humperdink. Foi solista na Missa In Tempore Belli, de J.Haydn.

Tem integrado alguns coros, designadamente o Coro de Câmara da Academia de Música de Costa Cabral, o “Ensemble Vocal Pró-Música” sob a direcção do maestro José Manuel Pinheiro, o Coro de Câmara da Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo e o grupo vocal “Aquijazz”, sob a direcção de Bárbara Francke.

Actualmente frequenta o último ano da licenciatura de Canto na ESMAE. Integra o grupo de música de câmara Trilogia, juntamente com Ricardo Caló (piano) e Sara Araújo (clarinete).

Filipe Roriz (violoncelo)

Nasceu em 1991 e é natural de Santo Tirso. Ingressou na Artave em 2003 na classe de violoncelo do Prof. António Ferreira. Concluiu o Curso Básico com média de 14 valores.

Frequentou a orquestra Artavinhos e Orquestra Artave, onde trabalhou com os maestros Jaroslav Mikus, Luís Machado, António Sérgio Ferreira, Emílio de César, Cesário Costa e Ernest Schelle. Presentemente frequenta a orquestra Sinfonieta da ESMAE sob direcção do maestro António Saiote.

Frequentou o 2º estágio da orquestra Sinfónica Piaget – Mirandela, sob direcção do maestro Christopher Bochmann.

Frequentou o 8º e 9º estágio nacional de orquestra APROARTE.

Frequentou Masterclasses com os professores Jed Barahal, Paulo Gaio Lima, Márcio Carneiro e Anatoli Krastev.

Em Música de Câmara trabalhou com Luís Machado, Raquel Costa e José Ricardo Reis. Actualmente trabalha com o professor Jaime Mota, Florian Pertzborn e Pedro Burmester.

Finalizou o curso instrumentista de cordas e tecla com média de 15 valores.

Actualmente estuda na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo com o professor Jed Barahal.

Vera Silva (flauta)

Nasceu em Joane em 1991. Aos 12 anos ingressou na Escola Profissional Artística do Vale do Ave, onde iniciou os seus estudos musicais em flauta transversal na classe da professora Joaquina Mota e mais tarde com a professora Elisa Trigo.

Actualmente, é aluna da Universidade do Minho na classe do professor Gil Magalhães.

Como membro de orquestra teve a oportunidade de trabalhar com os maestros: Francisco Ribeiro, Jaroslav Mikus, José Ricardo Freitas, Nuno Arrais, Vasco Faria, Luís Machado, Ernest Shelle, Emílio César, Paulo Silva, Fernando Marinho, Cesário Costa, Vitor Matos e Pedro Neves.

Em Música de Câmara trabalhou com os professores Luísa Marques, Ricardo Matosinhos, Elisa Trigo e Gil Magalhães.

Frequentou Master Classes com os professores Vasco Gouveia, Ana Maria Ribeiro, Clare Southeworth, Gil Magalhães, Nuno Inácio e Sarah Rumer.

Participou nas óperas “A Arca de Noé” de Benjamim Britten e “Auto de Coimbra” de Manuel Faria.

Rúben Fangueiro (violino)

Natural de Vila do Conde. Iniciou os estudos musicais de violino com 13 anos de idade na Academia de Música S. Pio X, em Vila do Conde, na classe da professora Sónia Guerra.

Em 2006 ingressou na ARTAVE – Escola Profissional Artística do Vale do Ave – na classe do professor Serguei Aroutiunian onde permaneceu 3 anos.

Participou em estágios com os maestros Emílio de César, Ernst Schelle, António Sérgio Ferreira, Cesário Costa e Christopher Bhochmman. Participou no 8º, 9º e 10º Estágio da Orquestra Aproarte.

Participou, também, em masterclass com os professores Alexei Mijlin, Jela Spiktova, Anatoli  Swarzburg e Sergei Kravchenko.

Estudou com Valentim Stefanov na Universidade de Évora e actualmente frequenta o curso livre na Universidade do Minho na classe dos professores Eliot Lawson e Ilya Grubert.

Cátia Mendes (clarinete)

Natural de Pevidém, nasceu em 1991 em Guimarães.

Em 2001 ingressa no CCM, Centro de Cultura Musical, onde inicia o estudo de clarinete na classe do professor José Ricardo Freitas e no ano seguinte na classe do professor Hélder Tavares.

Em 2003, ingressa na Escola Profissional Artística do Vale do Ave, na classe de clarinete do professor José Ricardo Freitas.

Trabalhou em orquestra com os maestros: Francisco Ribeiro, Jaroslav Mikus, José Ricardo Freitas, Paulo Silva, Ernst Schelle, Luís Machado, Cesário Costa e Vitor Matos.

Em música de câmara trabalhou com os professores Luísa Marques, Paulo Martins, Elisa Trigo, Ricardo Matosinhos e Vitor Matos.

Participou em 2004 na Ópera “Arca de Noé” de Benjamin Britten, sob a direcção do maestro Roberto Pérez.

Frequentou Master Class com os professores António Saiote, Nuno Pinto, José Ricardo Freitas, Filipe Santos, Tiago Abrantes, Vítor Pereira, António Rosa, Hélder Tavares, Nuno Silva, Vítor Matos e Alessandro Carbonare.

Actualmente é aluna no 1º ano de Licenciatura da Universidade do Minho (Braga) na classe de clarinete dos professores Vítor Matos e Alessandro Carbonare.

Alexandre Ferreira (violino)

Natural de Braga, iniciou os estudos musicais de violino com 10 anos de idade na Escola de Música Salão Mozart, em Braga, na classe da professora Cristina Oliveira. Em 2001, continuou os seus estudos musicais na classe da mesma professora.

Em 2003, ingressou na ARTAVE – Escola Profissional Artística do Vale do Ave – na classe do professor Serguei Aroutiunian onde permaneceu 6 anos.

Integrou a Orquestra Artavinhos na classe do professor Jaroslav Mikus e foi concertino da Orquestra Artave na classe do maestro Luís Machado.

Participou em estágios com os maestros Emílio de César, Ernst Schelle, António Sérgio Ferreira e Christopher Bhockman, Pedro Neves, Vítor Lima. Participou no 7º, 8º e 9º Estágio da Orquestra Aproarte.

Participou, também, em masterclass com os professores Boris Kuniev e Yossi Zivoni, Radu Ungureanu e Alexei Mijlin.

Ganhou o segundo prémio (nao sendo atribuído o primeiro) na primeira edição do concurso de instrumentos de arco do alto Minho.

Actualmente é aluno da Universidade do Minho onde integra a orquestra académica da mesma, frequentando o primeiro ano do curso de Música – violino – na classe dos professores Eliot Lawson e Ilya Grubert.

Paralelamente à sua actividade de violinista recentemente Alexandre Ferreira integrou na classe da professora Eleonor Picas no instrumento harpa. Nesta vertente já frequentou masterclass com a professora do conservatório de Amesterdão Erika Waardenburg.

Fernando Rodrigues (piano e jazz)

Em 1987, iniciou os estudos musicais como autodidacta. Em 1992, teve aulas de Formação Musical na Escola de Música de Vila Nova de Famalicão.

Em 1995, iniciou os seus estudos na área do Jazz com o pianista Alex Honwana. Fez parte de vários projectos musicais na área do Jazz, Funk, Latin, Soul e Pop.

Em 2002 teve aulas de Piano Jazz com o Prof/Pianista Paulo Gomes. Actualmente, frequenta o último ano da Licenciatura em Música Jazz na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto_IPP (ESMAE).

Coro Anonymus

O Coro Anonymus nasceu no Porto, em Janeiro de 2007, fruto da paixão pela música de um núcleo de elementos com larga experiência coral, à qual se aliou a vontade de preencher um espaço menos explorado no panorama coral da região e do país, enquanto coro de câmara centrado na divulgação de música dos séculos XX e XXI.Tendo-se dado a conhecer ao público pela primeira vez no Concerto de Reis realizado naquele mesmo mês na Igreja das Antas, no Porto, foi apenas em 2009 que o Coro pôde reunir um conjunto de condições que lhe permitiu alargar a sua base humana e desenvolver uma actividade regular no sentido do projecto musical que esteve na sua origem.

Neste contexto, e na sequência do trabalho desenvolvido, sucederam-se os convites para actuações ao longo do ano de 2009, consubstanciando-se assim uma nova fase na vida do Coro.

Actualmente com uma formação de cerca de 15 elementos, todos eles com percurso académico e/ou experiência relevantes na área musical, e sob a direcção do Maestro Miguel Leitão, o Coro Anonymus prossegue um trabalho de contínua consolidação vocal e musical, procurando ao mesmo tempo encontrar novos ritmos e sonoridades que enriqueçam o seu repertório.

Alimentado pelo desafio e pela busca da qualidade, e sob o tom da amizade e do companheirismo, este é um projecto aberto a todos aqueles que se enquadrem nesta filosofia, e que queiram viver esta forma de arte com a mesma intensidade.

Convicto que “criar é dar forma ao próprio destino”, o Coro Anonymus almeja afirmar-se como um espaço de criação musical, e desta forma partir à conquista de novos objectivos e horizontes… será assim já em 2010!

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